O facebook me deu as respostas que eu procurava. Não foi difícil com todos os posts marcados. Assim fica fácil entender, bastaram 2. É que antes não vi porque eu sou muito distraída.
Bom pra você, e ótimo pra mim não ter perdido tanto tempo.
Mas juro que eu esperava algo diferente, foi óbvio demais.
Vivendo e aprendendo.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Não escrevo por quê?
Queria muito escrever:
"Cansei desse monólogo. Entendo sua ausência de resposta como desinteresse. Não vou escrever mais para não encher o saco. Se eu entendi errado, me avise. Se não responder nada, entenderei como "não quero nada com você". Se nos vermos novamente, serei a mesma."
É muito pedir sinceridade?
Eu ser direta assim é erro meu?
Foi muito confuso pra mim, estou dando um tempo pra ver se tem algo importante acontecendo, mas um "estou mega ocupado" não é tão difícil de escrever.
O que foi aquela quinta-feira então? Ilusão minha ou enganação?
Estava tudo bem até então.
Eu só queria entender, mas não vou pedir explicação.
Tem coisas que não se entende.
Coisas que só se vive.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Não só hoje
Texto copiado do The Bro Code
Se eu escolher você,
vou ligar de madrugada e dizer:
“vem me ver.”
O que irá responder?
Respire fundo.
Ou você me da o mundo,
ou não quero nem um segundo.
Se eu escolher você,
fica, não vá embora.
Dói, ter que dizer: “volta.”
Não quero viver de lembrança.
Quero presença.
Me de licença,
para a sua ausência.
Se eu escolher você,
cuide bem de mim.
Sou apenas uma pessoa,
que sonha, pra você vir.
Se eu escolher você,
não é pra substituir ninguém.
É pra ser alguém.
Alguém pra sexta a noite,
e domingo a tarde.
Se eu escolher você,
não é pra ser, apenas,
mais um.
Seja todo o amor que me falta.
E não, falta.
Se eu escolher você,
não queira ficar por cima ou por baixo.
Vire pro meu lado.
Faça um gesto inesperado.
Me tire pra dançar,
sorrir e sonhar.
Quando eu cansar,
me dê aquele beijo,
tão quente,
que me tira do eixo.
Se eu escolher você,
tire a máscara.
Não gosto de disfarces.
Eu gosto mesmo é da sinceridade.
Não precisa dizer sim,
querendo dizer não.
Se eu escolher você,
não é por razão.
É uma mistura,
entre felicidade e emoção.
Sabe né,
essas coisas bobas,
criadas pelo coração.
Se eu escolher você,
como vai ser?
O mundo inteiro dizendo
o que a gente tem que fazer,
ou, apenas, eu e você?
Eu sei que pode doer.
Como toda história de amor,
você precisa escolher.
Entre o medo,
e viver.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Forças maiores
E eu que achei q poderia me apaixonar,
Estou no mesmo lugar,
Nada mudou.
Continuo a mesma teimosa de sempre.
A única diferença é que talvez,
Dessa vez eu me permitiria.
Mas não foi ainda.
Ou talvez tenha sido.
E porque foi pra tão longe.
Não quero não saber "se"
Mas algumas coisas são maiores,
Algumas não, muitas,
Que nós.
domingo, 18 de maio de 2014
Karim
Às vezes a gente acha que algo bom pode realmente acontecer.
Decide que se acontecer, vai mergulhar de cabeça.
E daí não acontece.
É um sinal.
Decide que se acontecer, vai mergulhar de cabeça.
E daí não acontece.
É um sinal.
Acho que vou esperar mesmo.
Quando menos se espera a gente encontra um amor,
e ele se vai.
A internet está aí pra isso,
mas e ele?
Quando menos se espera a gente encontra um amor,
e ele se vai.
A internet está aí pra isso,
mas e ele?
Cada um tem o seu tempo,
e eu posso esperar.
e eu posso esperar.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Little paper doll
Queria voltar pra vida boa.
Não tinha muitas coisas nessa vida.
Não tinha algumas coisas e era bom.
Não tinha algumas coisas e era ruim.
Não quero voltar pra trás.
Agora tenho muitas coisas novas.
Algumas são boas.
Algumas são ruins.
Como juntar tudo é o grande enigma.
Trazer pra agora o que está em outro lugar.
E levar o que está aqui.
Não dá.
Não tem nada diferente.
O que mudou fui eu.
Mudei de lugares,
Mudei de idéias.
"You're like twenty-two girls in one
And none of them know what they're runnin' from
Was it just too far to fall?
For a little paper doll"
Não tinha muitas coisas nessa vida.
Não tinha algumas coisas e era bom.
Não tinha algumas coisas e era ruim.
Não quero voltar pra trás.
Agora tenho muitas coisas novas.
Algumas são boas.
Algumas são ruins.
Como juntar tudo é o grande enigma.
Trazer pra agora o que está em outro lugar.
E levar o que está aqui.
Não dá.
Não tem nada diferente.
O que mudou fui eu.
Mudei de lugares,
Mudei de idéias.
"You're like twenty-two girls in one
And none of them know what they're runnin' from
Was it just too far to fall?
For a little paper doll"
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Sem o controlador de corpos
Ver as coisas acontecerem e me sentir distante ou não me afetar mostra que superei?
Não sentir nada é interessante nessa hora.
Não encontrar mais é só consequência das minhas escolhas.
E encontrar novas pessoas também.
A leveza é aconchegante. Caminhar sem me preocupar.
Meus amigos sabem que não sou grudada no celular.
Perdi o celular. Estar sem ele é libertador.
Me perguntam se vou comprar outro e respondo não.
Passei numa feira da faculdade, para preencher uma ficha qualquer, a moça pediu, nome, email e celular.
Falei meu nome, meu email e disse que não tinha celular.
Pela primeira vez ela tirou os olhos da tela e me olhou indignada.
É legal causar essa reação nas pessoas.
Então, se quiser me achar, é só perguntar e me procurar nos lugares que eu vou.
"Se você não entende não vê
Se não me vê não entende.
Não procure saber onde estou,
Se o meu jeito te surpreende"
Não sentir nada é interessante nessa hora.
Não encontrar mais é só consequência das minhas escolhas.
E encontrar novas pessoas também.
A leveza é aconchegante. Caminhar sem me preocupar.
Meus amigos sabem que não sou grudada no celular.
Perdi o celular. Estar sem ele é libertador.
Me perguntam se vou comprar outro e respondo não.
Passei numa feira da faculdade, para preencher uma ficha qualquer, a moça pediu, nome, email e celular.
Falei meu nome, meu email e disse que não tinha celular.
Pela primeira vez ela tirou os olhos da tela e me olhou indignada.
É legal causar essa reação nas pessoas.
Então, se quiser me achar, é só perguntar e me procurar nos lugares que eu vou.
"Se você não entende não vê
Se não me vê não entende.
Não procure saber onde estou,
Se o meu jeito te surpreende"
terça-feira, 1 de abril de 2014
About: Lilith - A essência do feminino
Os relatos mais difundidos sobre Lilith se encontram no Talmud, o livro dos Hebreus e ele nos leva a crer que Lilith seja um demônio, um espírito noturno que assombra o sonho de homens e mata criancinhas recém nascidas.O mito hebreu nos conta que ela foi criada ao mesmo tempo que Adão, mas que foi moldada em terra e esterco. Embora suja Lilith era igual ao homem, com criação independente, diferente de Eva, que foi criada de uma costela de Adão.
Sendo igual, Lilith não se submetia a autoridade masculina e durante a relação sexual Lilith questiona seu lugar sugerindo em ficar por cima.
Diferente dos animais e de suas fêmeas que ficavam por baixo dos machos nas relações e que obedeciam e temiam Adão, Lilith tinha desejos e como seu único companheiro não os aceitava ela preferiu fugir e viver com os outros únicos seres existentes: os demônios.
O mito de Lilith relatado pelos hebreus é na verdade o marco do início do patriarcado e ele registra a necessidade de legitimar a superioridade masculina.
Da anterior civilização sumeriana, o nome Lilith é derivado do nome Lil, a Rainha do Céu, que significa ar ou tempestade – o lado escuro e selvagem da deusa Inana. Lilith também está relacionada com a coruja - ave de rapina, noturna, silenciosa e que assim como a águia enxergar minuciosamente, porém na escuridão! Não obstante, ela é símbolo da sabedoria, que enxerga o que está oculto.
Era de Lilith que os homens medievais temiam pq os mitos da época a endemoniavam, pois ela incorpora o espírito do feminino livre, sexual, animal...
Ela representa aquela mulher que não foi moldada pelo Logus, que não foi bloqueada pelas exigências culturais e que vive de acordo com seus desejos individuais, puros, não se sujeitando às expectativas.
Ela é o protótipo da mulher real, verdadeira para si mesma, inteira e que prefere viver com os “demônios” ou as suas imperfeições a macular sua natureza por conforto, status ou dinheiro. Lilith é a mulher selvagem que abre mão do paraíso caso esse não lhe permita viver por inteiro. É aquela que ousa ver no escuro como as corujas, e abre mão do companheiro perfeito escolhido para ela pela educação e ousa viver a vida a partir de suas próprias experiências e escolhas, seguindo seus instintos com a coragem de uma leoa.
É a mulher que ama a si mesma acima de qualquer homem e não se envergonha por isso.
Ela representa aquela mulher que não foi moldada pelo Logus, que não foi bloqueada pelas exigências culturais e que vive de acordo com seus desejos individuais, puros, não se sujeitando às expectativas.
Ela é o protótipo da mulher real, verdadeira para si mesma, inteira e que prefere viver com os “demônios” ou as suas imperfeições a macular sua natureza por conforto, status ou dinheiro. Lilith é a mulher selvagem que abre mão do paraíso caso esse não lhe permita viver por inteiro. É aquela que ousa ver no escuro como as corujas, e abre mão do companheiro perfeito escolhido para ela pela educação e ousa viver a vida a partir de suas próprias experiências e escolhas, seguindo seus instintos com a coragem de uma leoa.
É a mulher que ama a si mesma acima de qualquer homem e não se envergonha por isso.
É o que a torna rebelde para as autoridades e as regras sociais, mas lhe dá autenticidade, segurança e graça!
Lilith, a mulher original é força, potencialidade e fecundidade assim como a terra adubada (c/ esterco). Ela é o que todas nós somos no fundo do coração!
“Não posso conformar minha vida a modelos, nem jamais poderei constituir um modelo a quem quer que seja; mas é totalmente certo que dirigirei a minha vida segundo o que sou, aconteça o que acontecer. Fazendo isso, não defendo nenhum princípio, mas algo bem mais maravilhoso – algo que está em nós, que queima como fogo da vida.”
“Não posso ser fiel a ninguém, que não seja a mim mesma!”
(Lou Andréas Salomé – (uma Lilith do séc. XIX – foi contribuidora e musa inspiradora de Nietzche, Rike, Freud e que lhes marcou a vida intensamente)
A ela minha mais profunda admiração!
Bibliografia recomendada: Lilith: A Lua Negra e o Livro de Lilith
Fonte: Mistérios do corpo, Sabedoria da alma
(Lou Andréas Salomé – (uma Lilith do séc. XIX – foi contribuidora e musa inspiradora de Nietzche, Rike, Freud e que lhes marcou a vida intensamente)
A ela minha mais profunda admiração!
Bibliografia recomendada: Lilith: A Lua Negra e o Livro de Lilith
Fonte: Mistérios do corpo, Sabedoria da alma
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Transtorno
O dia q a moça q fica na esquina da saída da faculdade quase nua (sim, ela é uma profissional) não estiver lá, acho q vou ficar meio transtornada.....
quando alguma coisa não funciona pra vc ou está diferente, ocorre o transtorno.
Decidi que quero coisas em troca, perspectivas do futuro que eu quero, até ser egoísta nesse ponto. Culpa do tempo.
Daquele mesmo tempo que desperdicei porque era mais fácil responder que gostava de batata pra não ter que comer mandioca e pra esconder que eu gosto de macarrão.
Desculpe o transtorno, ele é inevitável.
O tempo também é.
Ambos passam.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Recordando Firenze: Ninjutsu
É interessante quando penso nas coisas que fiz na Itália. Foi todo um ano diferente, que hoje processo de um modo meio saudosista no meu cérebro. Mas queria falar no ninjutsu.
Treino desde 2008 com o Sensei Fernando e confio no que ele ensina. Confio mesmo, sem me importar com história, passado medieval japonês e regras burocráticas sobre de onde veio o que.
Na Itália, acabei encontrando uma academia e gostei da aula do sensei. Nem sabia que era Bujinkan e não sabia o que era Bujinkan por isso quando meu feeling me disse que seria bom confiei nele.
Quando descobri a trapalhada toda da bujinkan aqui no Brasil, fiquei meio chateada mas logo depois descobri que lá não era Bujinkan. Conversando mais com o pessoal que treinava acabei entendo que a bujinkan fez toda uma confusão mundial e na verdade ali era uma das poucas academias que realmente ensinam o que o Shihan master da Bujinkan ensinou.
Acabei então entrando num seleto grupo de pessoas que treinam uma arte milenar e o sensei ali era aprendiz do aprendiz do Japonês de cabelo azul, conhecido também como Hatsumi.
Hatsumi -> Kacem -> Francesco
Com o Fran, ele também não gostava que ficasse chamando ele de sensei, acabei conhecendo umas cidades vizinhas a Firenze, sempre pra ir treinar com outra academia, ou participar de algum evento. E teve o seminário com o Kacem, que foi sensacional.
O Kacem master me paquerou, mas o cara era assustadoramente bom e fiquei muito contente de treinar com ele e conhecê-lo.
No meu dojo, o próprio Fran com sua barba com design maluco e uns olhos azuis fulminantes era fora de série.
Eu gostava muito do Andrea também e do jeito chato dele. O sensei já gostou de mim desde o primeiro dia, a mulher dele me contou que ele ficava falando que eu era aplicada, aprendia direitinho as coisas. Mas quando o Andrea falou que gostava de mim também eu fiquei bem contente, porque ele nunca gostava de ninguém que aparecia pra treinar. E ele se vestia super bem também.
Foi um grupo bem engraçado e me diverti demais com eles.
Ótimas recordações.
Ótimas lições.
O sensei Fernando disse que minha postura estava diferente para lutar quando voltei e treinei com ele.
Comecei o ninjutsu lá na Itália como se fosse uma arte que eu desconhecia, dadas as diferenças de base e didático entre os mestres. Mas no final, eu sou uma só, e o momento de luta acabei juntando o que aprendi. E como sempre, acabo usando alguns aprendizados do Ninjutsu nas outras coisas, e não é diferente com o que aprendi na Itália.
Afinal, a Itália me mudou.
Treino desde 2008 com o Sensei Fernando e confio no que ele ensina. Confio mesmo, sem me importar com história, passado medieval japonês e regras burocráticas sobre de onde veio o que.
Na Itália, acabei encontrando uma academia e gostei da aula do sensei. Nem sabia que era Bujinkan e não sabia o que era Bujinkan por isso quando meu feeling me disse que seria bom confiei nele.
Quando descobri a trapalhada toda da bujinkan aqui no Brasil, fiquei meio chateada mas logo depois descobri que lá não era Bujinkan. Conversando mais com o pessoal que treinava acabei entendo que a bujinkan fez toda uma confusão mundial e na verdade ali era uma das poucas academias que realmente ensinam o que o Shihan master da Bujinkan ensinou.
Acabei então entrando num seleto grupo de pessoas que treinam uma arte milenar e o sensei ali era aprendiz do aprendiz do Japonês de cabelo azul, conhecido também como Hatsumi.
Hatsumi -> Kacem -> Francesco
Com o Fran, ele também não gostava que ficasse chamando ele de sensei, acabei conhecendo umas cidades vizinhas a Firenze, sempre pra ir treinar com outra academia, ou participar de algum evento. E teve o seminário com o Kacem, que foi sensacional.
O Kacem master me paquerou, mas o cara era assustadoramente bom e fiquei muito contente de treinar com ele e conhecê-lo.
No meu dojo, o próprio Fran com sua barba com design maluco e uns olhos azuis fulminantes era fora de série.
Eu gostava muito do Andrea também e do jeito chato dele. O sensei já gostou de mim desde o primeiro dia, a mulher dele me contou que ele ficava falando que eu era aplicada, aprendia direitinho as coisas. Mas quando o Andrea falou que gostava de mim também eu fiquei bem contente, porque ele nunca gostava de ninguém que aparecia pra treinar. E ele se vestia super bem também.
Foi um grupo bem engraçado e me diverti demais com eles.
Ótimas recordações.
Ótimas lições.
O sensei Fernando disse que minha postura estava diferente para lutar quando voltei e treinei com ele.
Comecei o ninjutsu lá na Itália como se fosse uma arte que eu desconhecia, dadas as diferenças de base e didático entre os mestres. Mas no final, eu sou uma só, e o momento de luta acabei juntando o que aprendi. E como sempre, acabo usando alguns aprendizados do Ninjutsu nas outras coisas, e não é diferente com o que aprendi na Itália.
Afinal, a Itália me mudou.
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